25/02/2012

Sair do Armário. Sim ou Não ?!

Constantemente vemos na televisão, nos noticiários, nas revistas, nos sites de fofoca (principalmente) e em muitas outras mídias notícias do 'tipo': 'Fulano assume homossexualidade'; 'Beltrano sai do armário'; 'Ciclano admite ser gay'; e por aí vai...

Constantemente nos pegamos observando a vida de muitas pessoas (que 'saem do armário') sob um novo ângulo: "Agora fulano não é mais ator/empresário/escritor/cartunista/atleta... Agora fulano é gay". E as vezes não nos damos conta de que fulano não mudou nada; não deixou de ser quem era, não deixou de escrever, de atuar, de jogar futebol, de trabalhar. Mas não conseguimos deixar de lado o fato de 'fulano é gay'...

Coloco aqui a expressão 'nós' por mera conveniência. Eu não tenho este tipo de visão (graças à Deus) ha muito tempo, mas...

E o que isso de fato muda na vida de quem resolve 'sair do armário' ?? Sinceramente? NADA! Bom, algumas coisas mudam, como os comentários que muitas vezes são deixados de lado, como as piadinhas que fazemos de conta não entender, como os olhares desconfiados. Mas isso é consequência (infelizmente) de uma mentalidade machista e retrógrada enraigada na mente da maioria da população. É triste, é chato, é deselegante... Mas quando alguém decide 'sair do armário', provavelmente sabe que terá isso pela frente. Em muitos casos já tinha isso antes de fazer 'a passagem', então agora isso só se tornaria oficial.

Como sempre digo, para mim a orientação sexual não altera em nada o que penso sobre as pessoas. Pra mim o que vale é o caráter (que não escolhe sexo, cor, idade, posição social... muito menos orientação sexual). Simples assim. 

Mas e no  mercado de trabalho? Será que isso também acontece?

Aí o buraco é mais embaixo... 

Hoje, lendo uma reportagem no site da Gazeta do Povo fiquei intrigado pela constatação da matéria, de que aproximadamente 40% dos profissionais de RH admite que as empresas onde trabalham tem algumas restrições com relação à contratação de funcionários homossexuais (homens ou mulheres), mesmo que veladamente... Isso é triste. Mas creio que estejamos melhores do que ha alguns anos atrás... 

Enfim, sabemos que isso ainda levará tempo para ser mudado. Sabemos que a vida em sociedade pode ser cruel, sabemos que muitas pessoas vivem mentindo para a sociedade e para si mesmas sobre sua orientação sexual com medo de ser desprezados(as)/marginalizados(as)/excluídos(as)... Sabemos que grande parcela da sociedade ainda é intolerante às diferenças. Sabemos tantas coisas... Mas sabemos também que existe 'gente boa' no mundo; que existem empresas que não contratam seus funcionários por serem heterossexuais, mas por serem capazes (física, psicológica e intelectualmente) de desempenhar as funções às quais concorrem... Sabemos que tudo pode mudar, e esperamos que isso ocorra. 

Só não podemos ficar de braços cruzados. 

Já quanto a sair do armário: Sim ou Não ?! Não sei. Cada cabeça é uma sentença e cada situação é diferente. Então, creio que é uma decisão muito importante para muitas pessoas, mas que também não têm um tempo certo para acontecer. Quando se sentirem seguros, souberem que terão apoio de amigos, familiares, colegas de trabalho, provavelmente muitas pessoas 'sairão de seus armários'. E provavelmente essas pessoas serão mais felizes por saberem que estão sendo honestas consigo mesmas e com as pessoas ao seu redor. É fácil ?? Nem sempre. Mas é como disse Aguinaldo Silva ao ser questionado sobre sua sexualidade: "Achei quer era tão difícil ficar no armário que foi melhor sair logo".

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Sair do armário estraga a carreira ?


Fonte: Gazeta do Povo.



Gays e lésbicas podem ter a carreira prejudicada ao saírem do armário no trabalho? Ainda que esteja aumentando o número de empresas preocupadas em criar ambientes de trabalho mais favoráveis aos homossexuais, com a promoção de políticas para incentivar a diversidade – como a extensão de benefícios a parceiros –, pesquisas são ambíguas em apontar o impacto de ser honesto em relação à orientação sexual nas pretensões profissionais.

Um levantamento do site de vagas Trabalhando.com, feito com 400 profissionais brasileiros da área de recursos humanos, mostra que 38% dizem que a empresa em que trabalham têm restrições veladas na hora de contratar um homossexual. Apenas 3% afirmam que a orientação sexual não provoca nenhum tipo de problema no trabalho.

Outra pesquisa, do Ibope, também revela que o tema ainda é tabu para muitos brasileiros. Realizado nas cinco regiões do país, o estudo aponta que 24% dos entrevistados se afastariam do melhor amigo caso ele se revelasse homossexual. A mesma pesquisa diz que 39% dos brasileiros são parcialmente a favor, parcialmente contra ou totalmente contra homossexuais atuando como policiais. Outros 59% são totalmente a favor e 2% não souberam responder. Os números são semelhantes para médicos que atuam na saúde pública e professores do ensino fundamental.

Nos EUA, por outro lado, um estudo do Center for Work-Life Policy, instituição que estuda a diversidade no mercado de trabalho, afirma que sair do armário pode ser mais benéfico do que prejudicial à carreira. O estudo identifica dois motivos para o resultado. Um argumenta que esconder a sexualidade cria um forte conflito emocional, o que prejudica o desempenho dos profissionais gays e lésbicas no trabalho. Consequentemente, eles têm menor chance de ser promovidos. O outro está relacionado à falta de familiaridade dos gestores com os trabalhadores que não saem do armário. Para preservar a sexualidade, eles evitam interações sociais e não conseguem criar o engajamento necessário para ser lembrados na hora da promoção.

O consultor de empresas e psicólogo comportamental Carlos Esteves diz que o profissional precisa avaliar o comportamento da organização para a qual trabalha antes de tomar a decisão. “É possível ver qual é o grau de tolerância da empresa com temas controversos, como a opção religiosa ou a dependência química, para prever as possíveis consequências de tornar pública a orientação sexual”, afirma. Para ele, no entanto, o mais importante é que o profissional deixe claro, através de seu comportamento, que o desempenho dele no trabalho não tem qualquer relação com a sua sexualidade. “Esse tipo de postura contribui cada vez mais para que a sociedade aceite isso como algo natural”, afirma.

Angelo Rosa, gerente de projetos da Dell Brasil e líder do grupo Pride da empresa, voltado para a promoção da tolerância e do respeito à diversidade de orientação sexual dentro da companhia (leia mais nesta página), afirma que sair do armário no trabalho é uma decisão pessoal e, assim como Esteves, também diz que depende muito de cada empresa. “Preconceito existe, então é importante buscar saber quais são os valores da empresa”, diz.

Dell adotou políticas contra o preconceito

Entre 2000 e 2011, o número de empresas que adotaram algum tipo de política ligada à diversidade sexual aumentou de 50% para 85% entre as companhias que constam na lista da Fortune 500, ranking das maiores empresas dos Estados Unidos. Muitas dessas políticas acabam sendo transferidas para as filiais ao redor do mundo, como é o caso da Dell Brasil, que adotou uma série de medidas voltadas para os funcionários homossexuais. Em 2007, a empresa criou o grupo Pride, formado por funcionários para discutir ações de inclusão dos GLBTs (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Transgêneros) no ambiente corporativo. A fabricante de computadores também estende os benefícios de plano de saúde e odontológico a parceiros dos empregados homossexuais.

De acordo com Paulo Amorim, diretor de recursos humanos da Dell, a iniciativa é uma forma de comunicar aos funcionários, na prática, os valores da empresa. “Uma empresa é formada por pessoas e, portanto, por definição, é um ambiente diverso. O que fizemos foi criar canais para sustentar essa diversidade”, diz. Além do Pride, a empresa também criou grupos para debater o conflito de gerações e a inclusão de mulheres e deficientes. Os participantes se reúnem a cada quinze dias e cada diretor da empresa é responsável por acompanhar um dos grupos. De acordo com o Amorim, o impacto na produtividade do funcionário é direto. “Quando um funcionário sente que pode ser ele mesmo dentro da empresa, com certeza ele trabalha mais motivado. Se ele se sente respeitado e motivado, o bom resultado é uma consequência”, diz (grifos nossos).

23/02/2012

#Carreira Fracassar pode ser um bom caminho para o seu aprendizado

Fonte: Exame.com



Fracassar é primeira lição para aspirantes a líder

Reitor da escola de negócios e empreendedorismo do MIT fala sobre o método de formação de lideranças que a instituição aperfeiçoa há 150 anos

Há cinco anos à frente da Sloan School of Management, unidade do prestigiado Massachusetts Institute of Technology (MIT), o americano David Schmittlein tem uma incumbência nada trivial: preparar líderes empreendedores e inovadores para o século XXI – sejam eles empresários, administradores públicos ou inventores. E Schimittlein tem um método para cumprir sua missão.

O primeiro ponto é oferecer a pós-graduandos de mais de 60 países que estudam na instituição uma convivência intensa com pesquisadores e empresários. "Tudo isso faz com que o embrião de uma futura grande empresa nasça aqui mesmo, dentro do campus", diz. Outro ponto do método é ensinar aos aspirantes que o líder deste século não dá ordens, mas, sim, convence. "O líder agora precisa fazer com que as pessoas entendam o propósito de uma empresa ou de um projeto.

E precisa envolvê-las nisso." Por último, mas não menos importante, o método da escola do MIT prega que fracassar é parte do aprendizado dos que ousam. "Os líderes aprendem mais com os erros do que com os acertos e estão seguros de que, mesmo se falharem, serão valorizados no mercado", afirma o reitor. De olho em parcerias com o Brasil que possibilitem troca de conhecimento, Schmittlein concedeu a seguinte entrevista a VEJA:

Como a MIT Sloan School of Management ensina liderança, empreendedorismo e inovação a seus alunos? Um quesito indispensável para o MIT é a experiência prática, porque o essencial não pode ser ensinado apenas em aulas teóricas. Recebemos empresários em nosso campus, que convivem conosco e com nossos alunos por algum tempo. Também mantemos uma relação próxima com startups (as nascentes empresas de inovação), que transmitem conhecimento a nossos estudantes.

Outro aspecto que classifico como fundamental é a interação entre as diversas escolas do MIT. Estudantes, professores e pesquisadores de todas as partes estão criando empresas a todo momento. Criamos competições dentro do campus para que os alunos apresentem suas criações e existem empresas que oferecem o suporte financeiro para isso. Tudo isso faz com que o embrião de uma futura grande empresa nasça aqui mesmo, dentro do campus.

No Brasil, empreendedorismo, liderança e inovação parecem temas novos à maioria das universidades. Como o senhor vê esse processo nos Estados Unidos? Encorajar o empreendedorismo, a inovação e a liderança fazem parte do MIT desde sua fundação. Há 150 anos fazemos o mesmo trabalho.

Por outro lado, acredito que, em outras universidades dos Estados Unidos e do mundo, cresce a ideia de que as universidades não devem se preocupar apenas com a formação intelectual de seus alunos: elas precisam criar atividades econômicas. Precisam estabelecer uma ponte entre as ideias que nascem dentro do campus e o mundo fora dele. As formas de fazer negócio estão sendo alteradas muito rapidamente e, por isso, a responsabilidade da universidade hoje é muito maior do que antes: ela precisa preparar seus estudantes para esse novo mundo.

Por que empreender, liderar e inovar são três conceitos tão importantes para o século XXI? Eles criam atividades econômicas. O resultado disso são empregos, oportunidades e mobilidade social. Isso significa novas oportunidades para cada vez mais gente. Por isso, acredito que tratar desses assuntos seja tão importante, principalmente no tempo em que vivemos. Atravessamos um momento de crise mundial em que a criação de emprego se faz necessária. E economias emergentes, como o Brasil, precisam de grandes oportunidades e uma intensa atividade econômica para crescer de maneira sustentada.

Quais as condições ideais para encorajar futuros líderes? O primeiro passo é atrair o tipo certo de estudante – aqueles que realmente querem desenvolver algo que já têm dentro de si. Outra coisa importante é desenvolver nessas pessoas a habilidade de lidar com o fracasso. Empreendedores falham a todo o momento. Os líderes aprendem mais com os erros do que com os acertos e estão seguros de que, mesmo se falharem, serão valorizados no mercado. Portanto, é preciso oferecer muitas oportunidades para os estudantes e proporcionar experiências complexas e incomuns para que possam aprender de verdade.

Qual o perfil dos alunos do MIT Sloan? Acho que isso não chega a ser uma surpresa, mas eles são muito inteligentes! Eles têm um histórico acadêmico muito forte e possuem boas notas nos testes de admissão. Mas eles também são pessoas que gostam de se relacionar com os outros, são bons comunicadores e sabem prestar atenção ao que acontece ao seu redor. São pessoas corajosas, dispostas a transformar.

Muitos jovens brasileiros que encabeçam empreendimentos apresentam uma característica em comum: eles buscam negócios que deem lucro e, ao mesmo tempo, resolvam problemas de suas comunidades. É possível aliar rentabilidade e ação social? Sim, é possível aliar as duas coisas. Essa é uma demanda da sociedade. Acho que o ponto crucial é ter um propósito. Grandes empresas e projetos precisam de propósito e paixão. Geralmente, as pessoas jovens conseguem unir essas duas coisas. Quando chegam à universidade ou estão saindo delas, é fundamental que tenham esse senso de urgência. Esse desejo de fazer algo pela comunidade é algo muito respeitado dentro das empresas hoje em dia.

Que diferenças o senhor vê entre os líderes do passado e os de agora? Liderança hoje não significa mais dizer às pessoas o que elas precisam fazer, como acontecia antigamente. O líder agora precisa fazer com que as pessoas entendam o propósito de uma empresa ou de um projeto. E precisa envolvê-las nisso. O líder precisa fazer essas pessoas compreenderem que também são líderes, em alguma medida.

Como o senhor vê o Brasil em termos de empreendedorismo e inovação? O Brasil, como outras economias emergentes, têm feito emergirem importantes empresas, grandes e pequenas. Tenho visto companhias promovendo novas tecnologias, principalmente na área de agricultura. O Brasil tem um grande potencial de inovação e todo o mundo já despertou para isso.

Recentemente, o MIT Sloan anunciou uma parceria com uma escola de negócios da Rússia. O senhor está interessado em parcerias semelhantes com o Brasil? Sim. Estamos interessados em conhecer a dinâmica de economias emergentes. Tenho muitos amigos à frente de diversas instituições de ensino no Brasil. Mas ainda não encontramos um possiblidade de realmente fazer a diferença no Brasil, de aprender e também levar conhecimento.

Foi isso o que nos levou à Rússia: um projeto de mútuo aprendizado. Queremos fazer a diferença nos lugares aonde vamos. Até esse momento, nossas atividades em parceria com o Brasil estão restritas a projetos conjuntos com a mineradora Vale. Ao invés de procurar uma única instituição, acabamos mantendo contato com várias dela por intermédio da Vale. Esse não a maneira ideal de trabalhar intensamente com uma única universidade, mas é uma boa forma de ter contato com diversas instituições.

O senhor trabalhou durante muito tempo na inciativa privada, tendo passagens por importantes multinacionais. Como o senhor vê a interação entre empresa e universidade? O contato com as empresas é necessário quando falamos em financiamento de projetos. O investimento governamental no ensino superior está estagnado na maioria dos países.

Então, precisamos da iniciativa privada para que possamos apostar em pesquisa e desenvolvimento. Além disso, as empresas têm uma experiência de mundo muito importante para os alunos. Elas estão expostas a diferentes culturas e relações comerciais. Isso é precioso para as escolas de negócios, como a nossa. Mas a universidade também precisa estar atenta porque eventualmente existem empresas que não têm os valores que a universidade busca e não estão interessadas numa relação de troca. É preciso atenção, mas sem dúvida é uma parceria indispensável. Construir um muro ao redor da universidade certamente não é a melhor saída.

12/02/2012

#Carreira Posturas que podem limitar a ascensão de sua carreira

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Algumas atitudes comportamentais podem fazer você perder seu emprego, outras podem determinar que você fique no mesmo cargo durante anos. Para que sua carreira não permaneça no mesmo patamar, especialistas afirmam que às vezes é até mesmo necessário dar um passo para trás.

Para João Baptista Brandão, professor da FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo) e especialista em coaching, não ter histórias, projetos para contar ao longo de dez anos não é um bom sinal.

Confira abaixo cinco atitudes que limitam a carreira de um profissional.

1  Ficar acomodado

“É aquela questão do está ruim, mas está bom. Nesse caso o profissional tem medo do novo e de arriscar”, diz a coordenadora do Ibmec Carreira de Minas Gerais, Jaqueline Silveira Mascarenhas.
Para ela, quando se diz que o mercado está aquecido, não se pode esquecer que a empresa pode também reformular cargos e salários e o profissional acomodado pode acabar se dando mal.

2 Jogar a responsabilidade na empresa ou chefia

Para Jaqueline é muito fácil falar que a empresa não investe no profissional, que não oferece cursos e que o chefe não o ajuda. “São caminhos que as pessoas têm de buscar, mesmo que esta venha fora da empresa”, afirma.

3 Ser inflexível

Quando todas as mudanças, desde a necessidade do uso de uma senha para imprimir a uma troca de chefia, viram motivos de rejeição por parte do profissional, é hora de repensar na postura.

4 Permanecer em uma empresa ruim

A empresa não pode ser um obstáculo para que você busque novas oportunidades. “Se faz seis anos que você está na mesma posição e não muda de ciclo, não está em novos projetos, você pode ficar rotulado como alguém que deixou passar o timing”, afirma Brandão. Por isso, se a sua empresa está “empacada” não permita que sua carreira fique também.

5 Achar que está sendo menosprezado

Para Brandão, o pensamento de “se ele não me promover, ele vai ver o profissional que está perdendo” é uma frase que resume uma atitude imatura vinda de um profissional. A ambição tem que ser demonstrada e o autoconhecimento é imprescindível para saber se você merece mesmo ser reconhecido.


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Fonte: Revista Exame.

07/02/2012

#Opinião Vamos matar a Língua Portuguesa ??

Pois é. As vezes penso que muita gente apoiaria essa ideia. Eu não apoio. 

Não sou perfeito e as vezes deixo escapar uma letrinha aqui, um acento alí, um errinho gramatical lá... Mas tomo muito cuidado para não me exceder nos erros com relação à escrita. E ultimamente venho prestando mais atenção à documentos, textos, anúncios, e toda forma de comunicação escrita, recheados de erros gramaticais.

Nosso português vem sendo agredido diretamente em várias ocasiões e lugares. Hoje mesmo, navegando pelo Linked In (agora que comecei a usar a 'Rede Social Profissional' estou adorando) fui vendo quanto erro de ortografia, falta de acento, falta de coesão e coerência nas frases e textos postados... Um 'bisurdo' - como diria a Emília do Sitio do Pica Pau Amarelo. 

01/02/2012

#Negócios A Vitrine como Ferramenta de Marketing

Costumamos dizer que fazemos marketing [dentro da empresa] em todos os contatos que realizamos com nossos clientes e públicos interessados. E esta é a mais pura verdade. Toda forma de contato realizada com os clientes (sites, telefone, folhetos/panfletos, informativos, comerciais, outdoors, etc) passa à eles uma impressão acerca da empresa. 

Fonte da Imagem: Antix Fasion.
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Com a Vitrine não é diferente. Muitas vezes utilizada para chamar a atenção do público para promoções, ela pode ser utilizada de várias formas e querendo passar outras informações para seus públicos. Já escrevi certo tempo atrás algo sobre a má organização das vitrines, que causa poluição visual e não se torna nada convidativa para que os clientes entrem conhecer o que mais a loja tem a oferecer. Então, hoje resolvi postar aqui algumas dicas de como organizar uma vitrine.

Primeira coisa que se deve ter em mente é: Quem é o seu cliente?
Quem é o seu público-alvo? Homens, mulheres, crianças, adolescentes... Idade? Preferências e frequência de compra? Ou seja, todos os dados que você conseguir sobre quem são seus clientes e quem você gostaria de convidar a conhecer sua loja.

Fonte da Imagem: Vistu Issu.
Valentino e Yves Saint Laurent.
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Definido isso, passamos para o segundo ponto: Qual a finalidade da vitrine? Lançamento de produtos; liquidação de estoques; fortalecimento da marca da loja; promoções? Ou seja, estipule o que você quer com a organização de uma vitrine. Um objetivo que servirá de direcionador para as seguintes etapas.



Fonte da Imagem: Marcia Nassralah.
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Definido seu objetivo, é hora de escolher o que vai para a vitrine. Geralmente são colocados em exposição peças de destaque da linha de produtos da loja; lançamentos; novidades... Pode-se utilizar o espaço da vitrine para mostrar produtos de boa qualidade que a loja tem para expor. Este ponto é muito importante pois não se pode expor tudo o que se tem à disposição para vender. É necessário estipular o que é mais importante e o que pode chamar mais atenção dos clientes. Usemos o exemplo de uma loja de calçados e bolsas. Você pode colocar os lançamentos da marca líder de vendas de sua loja, ou se for loja de marca os lançamentos da estação. Tomar cuidado para não sobrecarregar a vitrine com produtos. Ela serve como um convite para o cliente entrar conhecer a loja e os demais produtos, e não para mostrar tudo o que a loja tem a oferecer.



Fonte da Imagem: Imaginarium.
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ps: sou fã das vitrines da Imaginarium.
Super criativas e chamativas.
Escolhidos os produtos principais, é hora de definir o tema da vitrine. Muitas lojas utilizam os temas de estações para suas exposições (Primavera-Verão; Outono-Inverno). Isso não é regra. Você pode identificar o estilo da loja, de seus clientes, seu próprio estilo - se for proprietário(a) - e aplicar um tema que seja capaz de aparecer sem se destacar mais que seus produtos. É importante também definir o orçamento que você irá dispender para a elaboração da vitrine. Assim como outras ferramentas de marketing, é necessário que haja retorno sobre o investimento.





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