29/01/2014

Modernidade(s)

Lendo e relendo textos e mais textos sobre o assunto, ainda hoje não consigo me definir moderno, pós-moderno, ou o que quer que seja. Vejo apenas que a contemporaneidade nos deixa tão semelhantes a tudo e a todos, e isso a cada novo dia, que nem dá pra saber pra que lado estamos olhando. É tendência de roupa, de ferramentas de tecnologia (celulares, tablets, computadores, televisores, eletrodomésticos e muito mais), de culturas, de comportamentos, e por aí vai...

Vivemos no dilema de trabalhar ou viver... Vivemos na disputa por espaço onde não há mais lugares a se ocupar... Vivemos escravos do mundo, e as vezes de nós mesmos. São regras impostas, padrões que sabemos que devemos adotar, tendências que devemos encarar, modernidades que temos que aceitar. E aceitamos, muitas vezes sem perguntar onde isso pode nos levar.


Fonte da Imagem: CPFG.

28/01/2014

Beijinho no Ombro

Valesca arrasando na produção... digna de Lana Del Rey e Lady Gaga...

Bom, mas vim mesmo é compartilhar com vocês essa poesia musicada, e como a Valesca, "desejo a todazinimiga vida longa'

Um beijinho no ombro procês :*



ps: só não precisada da apresentação de power point repleta de agradecimentos no final... 

23/01/2014

Carrie

Não fosse pela Julianne Moore, o filme não teria um mínimo de graça (seu personagem apresenta um pouco mais de perigo, ódio... isso ficou bem interessante)...
 
 
Acabei de assistir  'Carrie' (2013) e tamanho foi meu descontentamento que só assisti até o final pra poder comentar depois...
 
Bom, pra quem viu a primeira versão (1976) e a segunda (2002) (várias vezes) e se impressionou com as expressões da Carrie 1 (Sissy Spacek) e da Carrie 2 (Angela Bettis), a atuação da jovem Chloë Grace Moretz deixou a desejar. Além do mais, a adaptação recente trouxe novos elementos, o que não poderia ser diferente, adaptados ao mundo atual, como os celulares, vídeos no youtube e um bullying mais agressivo, o que ficou atrativo, trazendo novamente a tona os questionamentos referentes às consequências da violência (física, verbal ou psicológica) contra o outro, principalmente no ambiente escolar.
Old Carrie  [1976] Versus New Carrie [2013] (Sissy e Chloë).
 
Com relação aos personagens da versão atual, não consigo me conformar com a diferença na atuação e comportamento dos mesmos. Uma que me deixou muito triste foi a professora Desjardin, interpretada pela Judy Greer, que na primeira e segunda versões tinha uma vivacidade e ferocidade que deixaram a sua personagem muito mais interessante. Já nessa versão, a indolência e pouca ação da professora deixou o personagem sem graça (quase com motivos pra Carrie matar ela também - o que não aconteceu).
 
Nas cenas principais, as clássicas do baile logo após o sangue de porco, a primeira versão mostrava uma Carrie assustada, com ódio e medo, assim como a segunda versão, causando sem grandes gestos toda a destruição no baile e deixando tantas vítimas. Já nessa versão, a Carrie pode ser vista como alguém que queria ver sangue e mortes e fazendo um sem número de gestos apontando pra onde as coisas deveria ir e quem deveria morrer e como... A segunda versão me deixou impressionado pelas expressões maravilhosas da Angela Bettis, que naturalmente tem uma expressão mais diferente do que somos acostumados a ver, e na pele da Carrie ela mostrou tudo o que se esperada da personagem.
 
Nesta última versão, o final trágico de sua mãe foi até interessante. Mas não mostrou todo o sofrimento que eu vi na segunda versão. Sem falar que o fim da  New Carrie também não me foi de muito agrado. 
Angela Bettis em cena de Carrie - 2002.
 
Enfim, com um excesso de efeitos especiais, o filme mostrou uma nova cara da Carrie (the Freak), sem, no entanto, alcançar o efeito nos telespectadores que as versões anteriores mostraram apenas com boa interpretação da jovem Carrieta White.

... na minha humilde opinião...

22/01/2014

Porque um pouquinho de pesquisa na internet não faz mal a ninguém...

De fato! Um pouquinho de pesquisa na internet não faz mal a ninguém. Pelo contrário, na minha opinião faz até bem... Você pode simplesmente acessar a internet e se deliciar com as milhões de publicações sobre determinado tema. Você pode descobrir quem são os principais pensadores da Administração, da Filosofia, da Semiótica... Você pode até mesmo descobrir o que é a semiótica... Enfim, 'na internet você pode tudo'.
Fonte da Imagem: Nova Escola.
Será?
 
Bom, não mesmo !
 
Na internet você não pode tudo. E principalmente você deve saber que nem tudo o que está lá é seu!
 
Como assim?? Assim mesmo.
 
 
Sabe quando você vê aqueles textos belíssimos postados na página do facebook dos seus amigos e pensa: 'peraê, Fulaninha(o) nem sabe o que é isso que tá falando'; ou quando você vai fazer um trabalhinho da escola e digita no google, por exemplo, 'o que é tecnologia da informação', ou qualquer outra pergunta. E ele, o google, como um bom professor, te responde dando milhares de opções pra você copiar e colar num documento em branco do Word.
 
Bem, isso não é fazer pesquisa. Isso é copiar. Ou pra ser mais preciso ainda: é plagiar (e quer ver a definição de plágio? clica aqui). Mas o que é pesquisa então?? Bem, poderia dar várias definições e explicações aqui, mas podemos começar entendendo a pesquisa como um conjunto de técnicas e ferramentas aplicadas na construção do conhecimento, ou seja, investigar um problema, um assunto, um tema, discutir esse tema sob a ótica de outros autores, e buscar fazer novos apontamentos sobre isso... É simples? Claro que não. Se fosse, imaginem a quantidade de livros, teses, artigos e outros relatos de pesquisa teríamos a nossa disposição.
 
Mas o que me incomoda é o por que de as pessoas fazerem 'pesquisa' na internet dessa maneira (Ctrl-C + Ctrl-V). Será que é preguiça? Será que é desinteresse? Será que eu sou muito piegas? Será que estudar não é mais importante já que você tem o google às suas mãos?
 
Será que hoje basta saber acessar a internet??
 
Bem, honestamente eu creio que não. E mais honestamente ainda: eu vejo que não.
 
Ser professor é muito bom, mas as vezes dá vontade de chorar... Principalmente quando você vê estudantes de graduação e pós-graduação realizando este tipo de 'pesquisas' desavergonhadas e ainda colocando 'agradeço a Deus e aos meus familiares pelo apoio...'. Puta que pariu né!? Além de fazer uma sem-vergonhice dessas ainda me coloca o nome de Deus no meio?
 
Bem, cada cabeça é uma sentença e cada pesquisa é única - desde que não seja um puro plágio.

19/01/2014

Turistando por aí...



Fotografia - Bob Monteiro
Locação - Bosque do Alemão (Casa de João e Maria) - Curitiba, PR.
19/01/2014

15/01/2014

Eu quero...

...
 
ser criança, brincar de pés descalços, tomar banho de chuva e me sujar na terra.
 
Eu quero ser gente grande por um dia da semana para que nos outros eu possa apenas brincar de ser quem eu quiser...
 
eu quero ter a certeza de que não sei de nada, mas que ninguém sabe também!
 
Eu quero ter um dia só meu, pra eu poder dividir com todas as pessoas.
 
Eu quero ser menos careta, ter mais consciência de que o mundo pode acabar.!.
 
Quero girar até ficar tonto pra ver a vida como ela realmente é e dançar sem parar, sem medo de errar, sem medo de cair.
 
Eu quero brincar de esconde esconde, só pra poder sumir em baixo da cama...
 
Eu quero ser livre só pra poder fugir pra qualquer lugar.
 
Eu quero nadar com os golfinhos, mergulhar em águas claras e respirar embaixo do mar pra depois subir à superfície voando num balão.
 
Quero tocar a areia branca da praia do meu coração...
 
Eu quero a felicidade, quero forte, quero muito, porque ela me faz querer sempre mais
 
...




ouvindo Dog Days are Over
 
 

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